Nas terras do Rei, os homens só tem maioridade aos seus 20 anos e nesta idade eles recebem treinamento militar e ensino básico, porém Eslger só aceitara o ensino, ele pensava Que deveria aprender a lutar sozinho, como todo homem deveria.
Então, um belo dia, em sua cidade natal , Logramar , Elsger viu um vulto negro passando por de trás dos portões da cidade, ele avisa seus companheiros, que estavam comendo, saca sua arma e avança para o desconhecido.
Ele e mais 3 de deus amigos chegam aos portões, olham para os lados e e logo veem oque os chamara a atenção, era um esquadrão da força do Rei, comandado pelo seu braço direito, Martin , o general do exército real.
- Oque faz aqui? General. - Elsger falou a palavra "General" como um insulto
- Apenas meu trabalho, selvagem. - Disse o General
- E oque seria?
- Te prender. Levem-o homens - E aponta diretamente para o rosto de Elsger, que protesta e levanta sua espada contra as ordens do Rei.
- Elsger, você já fez isso antes, sabe como terminará.- disse um de seus colegas.
- Eu sei mesmo - Disse com um sorriso rebelde - Mas dessa vez será diferente!
Então Elsger lança sua espada em Martin, que simplesmente desvia como se fosse uma mosca indo de encontro a seu rosto e olha o selvagem nos olhos e diz:
-Homens - E seus capachos olhavam o chefe com atenção - Sem prisioneiros.
Elsger levanta seus punhos e se concentra.
Sua melhor amiga Norka exibe um sorriso orgulhoso e diz
- Protejam-o, ele os mandará para longe.
Então, 5 homens em suas montarias e fortemente armados contra 3 homens a pé e com simples espadas tendo que proteger seu amigo.
Então a batalha começa de fato.
Só se ouvem os tilintares das espadas , só se vê o sangue jorrando , só se sente o calor e o medo de ter a vida usurpada ou de , de fato tirar uma vida para proteger-se.
Então, um belo dia, em sua cidade natal , Logramar , Elsger viu um vulto negro passando por de trás dos portões da cidade, ele avisa seus companheiros, que estavam comendo, saca sua arma e avança para o desconhecido.
Ele e mais 3 de deus amigos chegam aos portões, olham para os lados e e logo veem oque os chamara a atenção, era um esquadrão da força do Rei, comandado pelo seu braço direito, Martin , o general do exército real.
- Oque faz aqui? General. - Elsger falou a palavra "General" como um insulto
- Apenas meu trabalho, selvagem. - Disse o General
- E oque seria?
- Te prender. Levem-o homens - E aponta diretamente para o rosto de Elsger, que protesta e levanta sua espada contra as ordens do Rei.
- Elsger, você já fez isso antes, sabe como terminará.- disse um de seus colegas.
- Eu sei mesmo - Disse com um sorriso rebelde - Mas dessa vez será diferente!
Então Elsger lança sua espada em Martin, que simplesmente desvia como se fosse uma mosca indo de encontro a seu rosto e olha o selvagem nos olhos e diz:
-Homens - E seus capachos olhavam o chefe com atenção - Sem prisioneiros.
Elsger levanta seus punhos e se concentra.
Sua melhor amiga Norka exibe um sorriso orgulhoso e diz
- Protejam-o, ele os mandará para longe.
Então, 5 homens em suas montarias e fortemente armados contra 3 homens a pé e com simples espadas tendo que proteger seu amigo.
Então a batalha começa de fato.
Só se ouvem os tilintares das espadas , só se vê o sangue jorrando , só se sente o calor e o medo de ter a vida usurpada ou de , de fato tirar uma vida para proteger-se.
Eis então que tudo some. Todas as vítimas estão de pé. Todo o medo se foi, todos os sons são lembranças e agora Norka,Elsger, e seus outros amigos, Spist e Avepires estão em suas casas, protegidos das mãos do Rei. Porém , esta proteção será apenas temporária, Elsger sabe que daqui a dois ou três dias os homens do Rei estarão lá novamente e ele terá de usar de novo, nem ele sabe explica oque faz, ele só sabe que, se parar e se concentrar pode mudar o curso das coisas, por um preço caro, mas que ele considera baixo, o preço do tempo, ele perde um dia para se recompor, um dia que passa de cama, desmaiado sem consciência de nada, um dia que passa nas memórias do nobre guerreiro.
Porém, ele se arriscara sabendo que Norka o cuidaria, sabendo que ela faria tudo para que estivesse seguro, estivesse onde estivesse, ele sempre teria ela.