quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Terras do Rei. O primeiro Dia do resto da minha vida

Esta é a história de Sr. Elsger e Sr.evelmar e sua equipe de aventureiros nas terras do Rei Roderig ,o bravo.
Nas terras do Rei, os homens só tem maioridade aos seus 20 anos e nesta idade eles recebem treinamento militar e ensino  básico, porém Eslger só aceitara o ensino, ele pensava Que deveria aprender a lutar sozinho, como todo homem deveria.
Então, um belo dia, em sua cidade natal , Logramar , Elsger viu um vulto negro passando por de trás dos portões da cidade, ele avisa seus companheiros, que estavam comendo, saca sua arma e avança para o desconhecido.
Ele e mais 3 de deus amigos chegam aos portões, olham para os lados e e logo veem oque os chamara a atenção, era um esquadrão da força do Rei, comandado pelo seu braço direito, Martin , o general do exército real.
- Oque faz aqui? General. - Elsger falou a palavra "General" como um insulto
- Apenas meu trabalho, selvagem. - Disse o General
- E oque seria?
- Te prender. Levem-o homens - E aponta diretamente para o rosto de Elsger, que protesta e levanta sua espada contra as ordens do Rei.
- Elsger, você já fez isso antes, sabe como terminará.- disse um de seus colegas.
- Eu sei mesmo - Disse com um sorriso rebelde - Mas dessa vez será diferente!
Então Elsger lança sua espada em Martin, que simplesmente desvia como se fosse uma mosca indo de encontro a seu rosto e olha o selvagem nos olhos e diz:
-Homens - E seus capachos olhavam o chefe com atenção - Sem prisioneiros.
Elsger levanta seus punhos e se concentra.
Sua melhor amiga Norka exibe um sorriso orgulhoso e diz
- Protejam-o, ele os mandará para longe.
Então, 5 homens em suas montarias e fortemente armados contra 3 homens a pé e com simples espadas tendo que proteger seu amigo.
Então a batalha começa de fato.
Só se ouvem os tilintares das espadas , só se vê o sangue jorrando , só se sente o calor e o medo de ter a vida usurpada ou de , de fato tirar uma vida para proteger-se.
Eis então que tudo some. Todas as vítimas estão de pé. Todo o medo se foi, todos os sons são lembranças e agora Norka,Elsger, e seus outros amigos, Spist e Avepires estão em suas casas, protegidos das mãos do Rei. Porém , esta proteção será apenas temporária, Elsger sabe que daqui a dois ou três dias os homens do Rei estarão lá novamente e ele terá de usar de novo, nem ele sabe explica oque faz, ele só sabe que, se parar e se concentrar pode mudar o curso das coisas, por um preço caro, mas que ele considera baixo, o preço do tempo, ele perde um dia para se recompor, um dia que passa de cama, desmaiado sem consciência de nada, um dia que passa nas memórias do nobre guerreiro.
Porém, ele se arriscara sabendo que Norka o cuidaria, sabendo que ela faria tudo para que estivesse seguro, estivesse onde estivesse, ele sempre teria ela.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Parte I

A cidade não era maior que um ovo, poderíamos até dizer que um ovo seria maior que a cidade, as ruas sempre acabavam na mesma e única praça onde tudo costumava acontecer e naquela tarde não fora diferente. Uma tarde ensolarada com brisas refrescantes, típica tarde alegre onde todos os habitantes aproveitavam para fazer compras e ter uma prosa animada, mas não hoje. A prosa era em sussurros sobre o que se via a frente lá na igreja, bem em frente à porta nos primeiros degraus, um corpo ensanguentado.
O corpo encontrava-se deitado de costas com trapos de segunda mão sujos, deixando em evidência que a pessoa devia ter estado por semanas em uma caverna ou em um porão de uma casa abandonada. A multidão que se formava ao redor do corpo não conseguia reconhecer quem era, pois o rosto estava deformado a tal ponto que era impossível ver algo se não sangue e alguns pedaços de osso e carne que já estava em estado de decomposição.
Após o momento de surpresa e espanto com o ocorrido, a multidão começou a se desesperar e o medo tomou conta da pequena praça. As lendas dos ancestrais seriam verdadeiras? As lendas eram perigosas, deveria ser cauteloso até ao fazer pequenos e vagos comentários sobre ela, mas sempre que quisesse escutá-las e se aventurar a desvendá-las poderia ir falar com os velhos que ficavam até depois da madrugada enchendo a cara nas tabernas localizadas nas esquinas perto dos limites da cidade. Mas isso não se tratava de uma lenda, era real. O homem morto não deixava dúvidas que o passado estava para se repetir ainda mais vivo do que já mais fora, o coração do infeliz dizia isso, estando a mostra e marcado naquele órgão que jamais iria bater novamente o símbolo mais poderoso, o símbolo mais famoso, o símbolo da Secret's Brigade, a guilda mais temida.
- Não se desesperem, cidadãos de Armeski! Somos o povo mais forte de toda ilha, nem os bárbaros do norte são capaz de nos botar para correr! Ergam suas armas, vistam as melhores armaduras e se preparem para o que virá! Não devemos deixar que o passado nos oprima, devemos mandá-la novamente para o devido lugar, no esquecimento e nas singelas memórias daqueles que sobreviveram e salvaram a nossa pátria! Por eles e por nós, Armeski! - gritava o padre Lúcio enquanto servos da igreja retiravam o corpo dos degraus e o levavam para dentro a mandado do padre que, mais tarde, pretendia examiná-lo cuidadosamente.
- E quanto as nossas mulheres? E as crianças? O que faremos? Não podemos simplesmente deixá-los sem proteção e partir atrás dessa maldita guilda em uma batalha em vão! No passado eles eram muitos e agora podem ser muito mais! Ou, para todo nosso alivio, isso pode não passar de uma merda de brincadeira imbecil de adolescentes! Esse homem infeliz pode ser qualquer mendigo que deve ter entrado na viela errada em uma noite de bêbados! - um homem em meio a todos gritava, os outros concordavam silenciosamente com pesar no olhar.
- Esse homem pode ter sido um infeliz que estava no local errado na hora errada, todavia não queremos mais infelizes nessa cidade! Andem, vão, recolham-se em suas casas e se preparem porque o pior está por vir e aqui ficaremos para detê-los, firmes e fortes! Temos que... - Lúcio pretendia continuar com seu discurso motivador quando de repente escutou os portões sendo aberto e cavalos entrando apressados.
- Qual motivo de tanta surpresa, Lúcio? Não tínhamos nosso acordo de comércio para esta tarde? E, aliás, acho que teremos mais do negócios para tratar hoje. - dizia Salazar, um homem alto e robusto, mas não tão jovem, em seu rosto o que mais chamava atenção era a cicatriz sinuosa abaixo do olho esquerdo, seus olhos foram de Lúcio para a mancha de sangue no chão e um segredo foi mantido em seu olhar, algo que Lúcio não podia descifrar, mas sabia que podia temer.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Uma apresentação qualquer

Olá e seja bem-vindo,
Aqui não é uma toca de hobbit, mas espero ser para você bem aconchegante e que assim possa se sentir a vontade para comentar sua opinião e sugestões!
Você verá estórias (sim, sabemos, eu e a Cookie, que agora para tudo se diz "história", mas eu gosto dessa palavra) e sei lá mais o que a Cookie pretende fazer aqui.
Espero que gostem! Nos encontraremos outra hora em um post aí, pode apostar! - Leukill